CULTURA

CULTURA

5

Foto: Bruno Campos

Promovendo um verdadeiro desfile de tradições e celebrações de matriz africana, a Terça Negra está sendo realizada em quatro edições neste mês de novembro. A programação intensificada visa celebrar o Mês da Consciência Negra.

Amanhã (13), o Pátio de São Pedro receberá roda de capoeira, o Coletivo Hip Hop Camaragibe, o Mestre Zé Negão – Percussionista e educador de Camaragibe que mantém vivo o coco de senzala, e Encantaria.

No dia 20, Dia na Consciência Negra, a programação será caprichada. De manhã, a partir das 9h, o Pátio de São Pedro recebe a Feira Afroempreendedora, além de serviços de saúde, como distribuição de preservativos, aferição de pressão e glicemia, vacinação, teste rápido de sífilis, hepatite e HIV, Reiki e auriculoterapia. Às 9h e às 10h, vai ter oficina de dança afro e de contação de história. Das 11h20 às 12h e das 14h às 15h, o microfone estará aberto para o público presente. Às 15h, uma roda de diálogo sobre o papel do hip hop no fortalecimento da identidade da população negra reunirá Zé Brown e Jouse Barata.

Na Casa do Carnaval, às 14h30, será ministrada a oficina Juventude Participa. Mais cedo, às 14h, haverá exibição de filmes no Memorial Chico Science. E, às 15h, no Núcleo Afro, serão ministradas oficinas sobre cuidados com cabelos cacheados e crespos e de maquiagem para peles negras. A tarde termina com a apresentação do Maracatu Linda Flor, às 17h, e do espetáculo Tereza – Uma Luz Chamada Resistência, dos jovens do Compaz, a partir das 18h.

Às 19h, começa a Terça Negra propriamente dita, que abrirá, como de costume, com capoeira. Depois, subirão ao palco as bandas Tambor Falante, Lamento Negro e Lucas & Orquestra dos Prazeres. A celebração à cultura afro-brasileira só acaba na Terça Negra do dia 27, com capoeira e outros grandes shows de Massapê, Faces do Subúrbio e Marlevou.

A festa a céu aberto, naquele importante cenário da história e da cultura pernambucana, é gratuita e aberta ao público.

CULTURA

©AndrŽ Conti/2014 Tom ZŽ

Foto: Andre Conti

Depois do MIMO Paraty, em setembro, que reuniu 17 mil pessoas, a organização do MIMO Festival, o maior evento de música gratuita do país, decidiu concentrar a programação de comemoração de seus 15 anos em Olinda, onde o festival começou. A cidade histórica receberá nos dias 23, 24 e 25 de novembro 46 atividades, entre shows, concertos, filmes e programa educativo, numa grande festa pela trajetória vitoriosa do festival, que até hoje reuniu 1,5 milhão de pessoas em 48 edições.

No palco principal, na Praça do Carmo, haverá shows de artistas nacionais e internacionais. Na sexta-feira, 23, apresentam-se os músicos portugueses do Dead Combo e, em seguida, o tropicalismo dilacerante de Tom Zé.

No sábado, 24, a noite começa com o hip hop do grupo palestino 47Soul e segue com o rapper brasileiro Emicida, comemorando seus 10 anos de carreira.

O domingo, 25, foi reservado para a música de Pernambuco e começa com  a diva Lia de Itamaracá abrindo a noite com as suas cirandas. Para encerrar, foi escalada a Banda Eddie.

No mesmo Centro Histórico, a Igreja da Sé será palco de concertos da música instrumental, com apresentações de dois patrimônios afetivos do MIMO Olinda: Hermeto Pascoal se apresenta na primeira noite, 23, e Egberto Gismonti, que faz concerto no sábado, 24, ao lado de seu quarteto.

Vencedor do Prêmio MIMO Instrumental 2018, o paulista virtuose da viola caipira Bruno Sanches se apresenta dia 24, na Igreja do Carmo. Dia 25, na Igreja do Carmo, a cantora gaúcha Grazie Wirtti e o pianista e arranjador Leandro Braga trazem o show “Canções Praieiras de Dorival Caymmi”.

FESTIVAL MIMO DE CINEMA

Paralelamente aos concertos, o Festival MIMO de Cinema vai apresentar uma seleção de 19 filmes, todos inéditos em circuito comercial. O festival de Cinema será realizado, pela primeira vez, no Teatro Fernando Santa Cruz, no Mercado Eufrásio Barbosa, e manterá as exibições no pátio da Igreja da Sé.

Uma das expectativas dessa edição é o filme convidado Betty, they say I’m different, longa-metragem de Phil Cox sobre a rainha do funk Betty Davis. O filme será exibido pela primeira vez no Brasil, em sessão para convidados no dia 22 de novembro e aberto ao público no dia 23, com a presença do diretor britânico.

Entre os principais destaques nacionais do ano estão os filmes Mussum, um filme do Cacilds, de Susanna Lira; Com a palavra, Arnaldo Antunes, de Marcelo Machado; O samba é meu dom, Wilson das Neves, de Cristiano Abud; e Você Não Sabe Quem Eu Sou, de Alexandre Petillo, Rodrigo Grillo e Rogério Correia, sobre o vocalista do Ira!, Nasi.

Destaque ainda para Som, Sol & Surf Saquarema, longa-metragem de Hélio Pitanga sobre o festival de rock realizado pelo produtor e jornalista Nelson Motta, em 1976. Do sul ao norte, primeiro longa-metragem de Isabela Faria Trigo, é outra aposta do Festival MIMO de Cinema. O filme acompanha um grupo de músicos franceses e brasileiros que saem da Bahia em uma Kombi lotada, com o sonho de atravessar a América do Sul.

Estão programados também três filmes pernambucanos, que contarão com a presença dos seus diretores: o longa-metragem Pesado, que som é esse que vem de Pernambuco?, de Leo Crivellare, e os curtas Bup, de Dandara de Morais, e Quanto mais longe vou, mais perto fico, de Daniel Ortega.

FÓRUM DE IDEIAS, PROGRAMA EDUCATIVO E CHUVA DE POESIA

No Fórum de Ideias, uma reunião de artistas com muito a dizer para o público. Tom Zé, Egberto Gismonti e Emicida são os convidados da música. Além deles, o cineasta britânico Phil Cox, diretor do filme Betty, they say I’m different, apresenta sua trajetória de criação do seu mais recente filme.

No Programa Educativo, a presença de Hermeto Pascoal em uma aula-show onde os participantes poderão atuar com perguntas sobre sua música e obra. Os grupos internacionais 47Soul (Palestina) e Dead Combo (Portugal) oferecem aulas que abordando processos criativos e tradições culturais das regiões de onde vêm. O DJ e VJ Montano, residente do MIMO desde 2015, ministrará workshop de Criação de Vídeo Cenário. As inscrições, que devem ser feitas via o site mimofestival.com, até 15 de novembro de 2018.

A tradicional Chuva de Poesia vai homenagear Hilda Hilst. Trechos de sua obra cairão “do céu”, na Igreja do Carmo, promovendo o encontro do público com gotas de literatura que retratam nossa vulnerável condição humana.

CULTURA

1

Foto: divulgação


As práticas e vivências artísticas realçam, na região da Usina Santa Terezinha, em Água Preta, o papel social e transformador da cultura durante o Festival Arte na Usina – Safra 2018, que chega à sua quarta edição entre os dias 9 e 17 de novembro. Em sua programação, além de uma agenda de shows e atividades culturais, haverá oficinas artísticas gratuitas promovendo o contato do público com os mais diversos processos criativos. Comandadas por nomes do quilate de Clemente Padín, Estela Miazzi, Rodrigo Bueno, Virgínia de Medeiros e Aline Albuquerque, as oficinas acontecem nos dias 10, 11 e 17 de novembro, das 14h às 18h.

Regidos pelo tema “Ruptura e Renascimento”, que propõe novos olhares e perspectivas em torno do espaço onde o festival é sediado: uma usina de cana-de-açúcar desativada que hoje abriga um Parque Artístico-Botânico com diversas instalações de arte contemporânea em simbiose com a natureza. Nesse contexto, o artista visual Rodrigo Bueno, idealizador do Ateliê Mata Adentro – que recupera resíduos da cidade de São Paulo e oferece novos significados visuais e afetivos aos objetos – conduzirá a oficina “Território de cura: arte, natureza e ancestralidade” nos dias 10 e 11 de novembro.

Ainda nos dias 10 e 11, a agenda de oficinas recebe um dos nomes mais esperados do Festival: o uruguaio Clemente Padín, que exibe a poesia performática, dividirá seus caminhos de criação numa oficina-vivência de investigação poética.  Também neste fim de semana, a escultora Aline Albuquerque leva a oficina “Fragmento somado”.

No dia 17, último dia do festival, as tensões sociais entram em pauta na oficina conduzida pela artista visual e performer Virgínia de Medeiros e, simultâneamente a que será comandada por Estela Miazzi com “Registro de uma Folha”.

Todas as oficinas exigem inscrição prévia, que pode ser realizada gratuitamente através do Sympla.

Para se inscrever nas oficinas:
Fragmento Somado (Aline Albuquerque) https://bit.ly/2QRURc2
Território de cura: arte, natureza e ancestralidade (Rodrigo Bueno) https://bit.ly/2J4c9Al
O encontro com o processo criativo (Virgínia de Medeiros) https://bit.ly/2P0n8js
Registro de uma folha (Estela Miazzi) https://bit.ly/2Eom1WM

CULTURA

1

Foto: divulgação

Celebração à cultura de matriz africana, a Terça Negra toma conta do Pátio de São Pedro na noite de amanhã (23), rendendo homenagem ao mestre Moa do Katendê, compositor, percussionista, artesão, educador e mestre de capoeira baiano, brutalmente assassinado na madrugada do último dia 8, após uma discussão política.

Gratuita, aberta ao público e a céu aberto, a programação, que chega este mês à sua 13ª edição em 2018 (contando com as quatro terças pré-Carnaval), começa às 19h. A primeira atração será uma roda de capoeira, a partir das 19h.

Realizada uma vez por mês, a Terça Negra é uma iniciativa do Movimento Negro Unificado, com apoio da Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura, da Fundação de Cultura Cidade do Recife e do Núcleo da Cultura Afro-brasileira.

Programação

19h – Roda de capoeira

20h – Maracatu do Século 21

21h – Bojo da Macaíba

22h – Pandeiro do Mestre

CULTURA

5

Foto: divulgação

Quando se trata de música, muitas vezes o Brasil e a Bélgica representam dois lados muito diferentes do espectro musical. Pensando em aproximar essas duas culturas musicais tão diferentes e promover um intercâmbio cultural, a especialista em Etnomusicologia, produtora cultural, cantora e percussionista Chris Nolasco criou o projeto Intercâmbio cultural – Aliança Brasil e Bélgica. De 24 a 28 de setembro, Recife recebe workshops, MasterClass e concertos ministrados pelos artistas brasileiros Demétrio Rangel e Chris Nolasco em parceria com os violinistas belgas Wouter Vandenabeele e katrien Vanremortel.

O Projeto intercâmbio Cultural Aliança Brasil e Bélgica promove a inclusão social dentro do universo da troca de saberes, com a música ultrapassando as barreiras sociais e abrindo caminhos e horizontes.

Por isso, os workshops de Técnicas de Violino e masterclass passarão pelos seguintes locais: Movimento Pró Criança (24/09), Escola Técnica Estadual de Criatividade Musical (25/09), Conservatório Pernambucano de Música (26/09), CEMO – Centro de educação Musical de Olinda (27/09), todos com acesso gratuito. Já os concertos acontecerão no Teatro Maurício de Nassau (24/09), Teatro Arraial (26/09) e Conservatório Pernambucano de Música (28/09).

A segunda fase do projeto, desta vez na Bélgica, está marcada para o mês de outubro com os workshops e concertos promovidos pelos artistas Chris Nolasco e Demétrio Rangel. Eles passarão por diversas cidades belgas, estando presentes na Embassade du Brésil á Bruxeles, Associação Arte nativa de Bruxelas, Music School The Centrale City of Gent, Pianofabriek, dentre outros locais.

—-> 26/09

Conservatório Pernambucano de Música

MASTER CLASS: 09h às 12h.

  1. João De Barros, 594, Santo Amaro, GRATUITO.

Teatro Arraial

CONCERTO: 19h às 19:50h

Rua da Aurora, 457, Boa Vista. GRATUITO.

—-> 27/09

CEMO – Centro de educação Musical de Olinda

MASTER CLASS – POCKET SHHOW: 14h às 16:30h

  1. Pan Nordestina, S/N. Salgadinho.

—-> 28/09

Conservatório Pernambucano de Música

CONCERTO: 19:30h ÀS 20:30h

  1. João De Barros, 594, Santo Amaro, GRATUITO.
CULTURA

1

Foto: divulgação 

A produção do “Arte Liberta – Feira Pernambucana Colaborativa e Itinerante” bateu o martelo e já definiu as atrações da segunda edição do projeto. Mantendo a proposta do projeto, que é gerar visibilidade e abrir espaço para as diversas produções artistas locais nas mais diversas formas de expressão, as produtoras Maria Augusta, Ana Karine Leal e a artista idealizadora Celene Muniz escalaram o grupo Brincante Popular, o projeto cultural do Núcleo Musical Irmã Sheila da Instituição Espírita Peixotinho e o cordelista Ismael Gaião.

A feira, que acontece no dia 29 de setembro (sábado) na “Picanha do Futuro”, terá início às 10hs da manhã e promete reunir diversas produções artistas locais. O evento será aberto ao público e se estenderá até às 20h. A “Picanha do Futuro” fica localizada na Rua do Futuro, nº 974, no Bairro da Jaqueira.  Maiores informações pelos fones pelos Whatsapp (81) 981301520 e (81) 96714566.

CULTURA

5

Foto: divulgação

A poesia vai ganhar forma no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM), com a estreia da exposição Autopoese, do artista visual, cineasta, compositor, músico, ator e poeta Alexandre Dacosta. A mostra, que ocupará todos os andares do museu, passeará pelos vários predicados do artista carioca, fruto da Geração 80, em sua primeira individual no Recife.

A exposição estreia nesta quinta (20). Da sexta (21) até o próximo dia 25 de novembro, segue aberta ao público, para visitação gratuita no MAMAM.

Celebrando 18 anos de atividades do artista na linguagem poética-visual, a mostra conta com vasto acervo. São, ao todo, 12 vídeos poéticos-experimentais de curta duração, que serão exibidos numa das salas do museu, e mais 60 obras tridimensionais. Compõe ainda a exposição, que tem curadoria de Joana D’Arc, o Atrorretrato, um porta-retrato digital, com 16 fotos do artista, tiradas em várias épocas, que se sucedem, entre versos, formando um poema-confissão

O acervo contará também com poesias gráficas, ampliadas em chapas de PVC, com textos inseridos em diagramas, fluxogramas e padrões diversos, desenhados por aparelhos eletrônicos, bem como placas antigas de preço com letras aplicadas, utilizadas em padarias e botequins. Para garantir uma melhor leitura das peças e efetiva compreensão de seus trabalhos, o artista espalhará por todo o museu placas “desorientadoras”.

CULTURA

2

Foto: divulgação

O quarteto de clarinetas Sopros de PE é o convidado para a edição de setembro do projeto Temporada no Pátio, do Conservatório Pernambucano de Música. A partir das 19h30 desta quinta-feira (20), o grupo apresentará, na Igreja de São Pedro dos Clérigos (Pátio de São Pedro), um repertório diversificado, composto por música de concerto e música popular brasileira, com ênfase na música pernambucana.

Formado pelos músicos Isaías Rafael, Jônatas Zacarias, Gueber Santos e Crisóstomo Santos, o Sopros de PE tem no currículo participações em importantes eventos musicais do País.

Para esse concerto, o grupo preparou um programa especial. “Serão dois momentos. O primeiro, com músicas do repertório internacional e um segundo, com músicas dos compositores pernambucanos Severino Araújo e Dimas Sedícias”, detalha Jônatas Zacarias. The Terminal – The tale of Viktor Navorski (de John Williams), Tango Virtuoso (Thierry Escaich )Ilusão, de Dimas Sedícias, e Espinha de Bacalhau, de Severino Araújo, são algumas das escolhidas. Gratuito. Informações: 3183.3400 e conservatorio.pe.gov.br.

 

CULTURA
Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

Foto: divulgação

 

Quem já estava com saudade de ouvir a Orquestra Sinfônica do Recife não pode perder o sétimo concerto oficial da temporada 2018 que ocorrerá amanhã (19), a partir das 20h, no Teatro de Santa Isabel. A apresentação é gratuita e aberta ao público.

 

Na programação, preparada pelo maestro Marlos Nobre, estão Ludwig Van Beethoven e Alberto Nepomuceno. Do célebre compositor alemão, o público vai ouvir a Sinfonia nº 5 em Do Menor, Opus 67, e de Alberto Nepomuceno – compositor que passou a infância no Recife e, aos 18 anos, foi estudar na Itália, será executada a peça Batuque para Orquestra. 

 

Para assistir ao concerto, basta chegar uma hora antes do espetáculo e retirar o convite na bilheteria no teatro. Informações: 3355-3322.

CULTURA

1

Foto: Wesley D’Almeida/Arquivo PCR

Hoje, dia 18 a partir das 19h, o Pátio de São Pedro recebe mais uma edição da Terça Negra. Realizado uma vez por mês, o evento que celebra a cultura de matriz africana é uma iniciativa do Movimento Negro Unificado, com apoio da Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura, da Fundação de Cultura Cidade do Recife e do Núcleo da Cultura Afro-brasileira.

Uma roda de capoeira abre a programação, que celebrará o reggae, com apresentações da Banda Estado Civil, às 20h, e Ednaldo Lima, às 21h. Encerrando a noite, a partir das 22h, Valdir Afonjah, lembrará, 30 anos depois, os sucessos de seu primeiro LP, Magia Negra.

A festa a céu aberto, naquele importante cenário da história e da cultura pernambucanas, é gratuita e aberta ao público.

POR MARISTELA BELTRÃO

A Revista Club foi a primeira revista social de Recife, lançada em 1999. Em 2008, seguindo a tendência global, a Revista Club impressa foi transformada em virtual, que volta a circular depois de uma breve parada, sempre com Maristela Beltrão no comando.

LER MAIS

RECEBA NOVIDADES

Cadastre-se e fique por dentro de tudo que rola na sociedade pernambucana.

Facebook

INSTAGRAM