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Foto: divulgação

Quem ainda não viu só tem até o próximo domingo para contemplar a exposição Coração de Pedra, da figurinista pernambucana Carol Monteiro, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM). Em cartaz desde 6 de dezembro na sala Aquário Oitica do museu, a mostra está ancorada numa preocupação com a sustentabilidade e revela uma rica zona de  intersecção entre arte e moda em uma produção fortemente inspirada na paisagem dos sertões nordestinos.

A artista utiliza materiais diversos em seu processo criativo. Desde pedras de diferentes tipos e formatos, encontradas na paisagem sertaneja, a fragmentos de ossos de animais e itens garimpados de sucata, que foram reutilizados para compor cada um dos trabalhos.

Reconstruindo paisagens afetivas, a artista cria uma poética arte de originalidade e força na busca por uma estética peculiar, que faz referência a suas origens. O acesso ao MAMAM é gratuito e o museu está aberto nesta sexta (19), das 12h às 18h, e no sábado (20) e no domingo, das 13h às 17h. 

 

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Foto: Mayra Azzi

“Quando a vida é uma euforia” traz obras da artista gráfica Joana Lira desenvolvidas ao longo de dez anos de sua participação no projeto de intervenção urbana da cenografia do carnaval do Recife. Com curadoria de Mamé Shimabukuro, após passar pelo Instituto Tomie Ohtake em São Paulo, a exposição chega ao Cais do Sertão entre 15 de janeiro e 17 de março de 2019, mostrando recortes da criação desenvolvida para os dias de folia na capital pernambucana.

Com produção de Carla Valença, da Relicário, a exposição irá ocupar a Sala São Francisco e o Espaço Umbuzeiro do Cais do Sertão em cinco núcleos com as inspirações e o processo criativo da artista. É aqui onde uma das salas vai trazer as sensações do carnaval ao visitante através de imagens e sons, onde cada um sai do lugar de contemplação para começar a sentir a festa pulsando dentro de si.

Em paralelo à exposição, “Quando a vida é uma euforia” terá ações educativas a partir da interlocução poética do carnaval e as obras de Joana Lira com experiências vivenciadas pelo público nas ruas do Bairro do Recife, onde o carnaval atinge sua apoteose. Esta é uma forma de dialogar entre a poética visual e a linguagem traduzida das manifestações populares em espaços públicos.

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Foto: divulgação

Luciana Santana recebe na sua Pousada Atapuz neste fim de semana (12 e 13/01) a cena do cinema pernambucano, que realiza o 8º Encontro do Arranjo Produtivo Local do Audiovisual. O evento, que integra a Mostra Canavial de Cinema, inclui debates, oficinas e uma série de shows gratuitos para pensar, discutir e celebrar a cultura produzida no Estado e, em especial, na Mata Norte do Estado.

Sob coordenação dos produtores Caio Dornelas e Mery Lemos, o encontro inclui rodas de debate com nomes de referência da região, entre eles Alexandre Soares Taquary, Marlom Meirelles e Durval Cristóvão. Também acontece no local uma sessão de cinema especial com filmes produzidos na Zona da Mata no ano de 2018.

Após as exibições, o local ganha uma festa especial com shows da nova música autoral pernambucana, contemplando cantores e compositores de destaque do Recife e outras regiões do Estado. Haverá apresentações de Ágda Moura, Igor de Carvalho, Juliano Holanda, Luiza Fittipaldi, Lucas Torres e Sam Silva, com direto a after comandado pela DJ Carlota.

Toda a programação é gratuita e aberta ao público. Mais informações sobre o encontro no site oficial do evento: www.mostracanavial.com.br

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Foto: divulgação

A Casa Da Rabeca marca o encerramento do ciclo natalino com a Festa de Reis no dia 06/01, primeiro domingo de 2019, a partir das 19h. A celebração promete unir tradição e regionalismo em uma grande festa da cultura popular. Essa é a 24ª edição do festejo promovido pela família Salustiano, defensora das expressões artísticas de Pernambuco.

Estão confirmadas as participações dos Cavalos Marinho Estrela Brilhante de Condado, Boi Tira Teima de Glória do Goitá, Boi Matuto de Olinda e Boi da Luz, também de Olinda.

A Festa de Reis da Casa da Rabeca é aberta ao público. A entrada e o estacionamento são gratuitos. A tradição é preservada pela família Salustiano, que segue estimulando os brincantes a perpetuarem as tradições culturais às novas gerações, mesmo após o falecimento do saudoso Mestre Salustiano em 2008.

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Foto: divulgação

Um dos principais nomes da arte urbana, Tomaz Viana, o Toz, criou, em 2010, o personagem que se tornaria um dos mais significativos entre suas obras: Insonia, uma entidade noturna e onipresente. Essa figura mítica, inspirada nas forças da natureza, ganha novos contornos e uma cultura própria na exposição individual TOZ – Cultura Insonia, que será aberta ao público nesta quinta-feira (20), na CAIXA Cultural Recife, ficando em cartaz até 17 de fevereiro de 2019. O vernissage, que será às 18h, contará com visita guiada pelo artista e lançamento do catálogo.

A mostra apresenta trabalhos – alguns deles inéditos – que revelam os integrantes dessa civilização imaginária, inaugurada por Insonia, e suas influências, o desenvolvimento de sua cultura, a relação com sua história, sua genealogia e o vínculo com novas raízes. O público poderá conferir sete telas e 18 esculturas de materiais diversos, intervenções no espaço expográfico repleto de manequins com pinturas e figurinos especialmente criados pelo artista e sua equipe, além de duas instalações, sendo uma delas interativa.

Além da visita guiada na abertura da exposição, Tomaz Viana irá participar de um bate-papo com artistas e com o público em geral, sobre as obras, interagindo e contando curiosidades sobre a exposição. O encontro será no sábado (22), às 17h. A atividade, aberta ao público, será na Galeria 1 da CAIXA Cultural Recife, e não é preciso realizar inscrições previamente.

Informações: (81) 3425-1906

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Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

Foto: divulgação

Quem não assistiu a Orquestra Sinfônica do Recife recentemente, é bom saber que o último concerto oficial da temporada 2018 acontece na próxima quarta-feira (12), às 20h, no Teatro de Santa Isabel. Um dia antes (11), o maestro Marlos Nobre e todo o grupo vão realizar uma aula-espetáculo pelo Projeto Concertos para a Juventude, no mesmo teatro monumento, às 10h. As duas programações são gratuitas. O programa vai ser composto pela Abertura Egmont, Op 84, de Ludwig Van Beethoven (1770-1827); além da Sinfonia nº 8 em Fá Maior, Opus 93, do mesmo gênio que marcou a história da música erudita.

Para assistir ao concerto basta chegar uma hora antes do espetáculo para retirar o convite na bilheteria no teatro. Já a aula-espetáculo da terça-feira, parte do projeto Concertos para a Juventude, exige inscrição prévia pelo telefone: 3355-3323.

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Foto: Inaldo Lins

O Museu Murillo La Greca realiza neste sábado (8), uma edição caprichada do Projeto Cine Jardim, que vai oferecer, das 15h às 21h, diversas atividades no jardim do Museu e esticar seu raio de atuação até a beira do rio. O evento, que elegeu as bicicletas como cerne das discussões sustentáveis que propõe, contará com exibição de documentários, lançamento de livros, oficina para reparos em bicicletas, partidas de bike polo e exposição fotográfica.

A programação começa com a música do DJ Carlinhos Harned, food park e feira de artigos para bicicletas. Refletindo sobre formas de ocupação da paisagem urbana, a equipe do Murillo La Greca irá ampliar o espaço do Museu para as beiras do Rio Capibaribe com uma intervenção física para uso comunitário. O píer batizado de Estação La Greca vai abrigar uma Oficina Comunitária para reparos simples em bikes, ação gratuita realizada pela Associação Metropolitana de Ciclistas do Recife (Ameciclo).

Também em parceria com a Ameciclo, das 15h às 17h, o grupo BiciPolo Recife promoverá partidas de bike polo na Quadra da Vila Vintém. As inscrições poderão ser realizadas na hora.

A partir das 16h, serão lançados os livros Bicicleta Verde e Bicicleta Branca, de Igor Colares, com ilustrações de Luciano Félix e Carlos Varejão respectivamente.

Assim como o público será convidado para ir até o rio, o rio irá até o Museu, com a estreia de uma nova exposição fotográfica, resultado do projeto cultural “Glossário Fluvial”, com curadoria de Lucia Padilha, ficará aberta ao público até o final de janeiro de 2019.

O Museu Murillo La Greca também estará com outra exposição gratuita e aberta ao público em cartaz. Realizada pelos estudantes dos cursos de jornalismo, cinema e audiovisual da Universidade Federal de Pernambuco, a mostra fotográfica Veredas de Memórias seguirá até o dia 28 de dezembro.

A partir das 18h30, encerrando a programação do Cine Jardim, haverá a exibição, ao ar livre, dos filmes Homem Livre, de Danilo Perrotti, e Elo Perdido, de Renata Falzoni. Os autores dos dois trabalhos vão estar presentes para um debate com o público após as exibições.

O evento será gratuito e aberto ao público.

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Foto: divulgação

O Instituto Ricardo Brennand movimenta neste sábado (24), a partir das 14h30, o Projeto Peça a Peça. A ação educativa do museu elege uma peça do valioso acervo da instituição, na Várzea, para ser analisada com o intuito de promover diálogos juntamente com a formação do olhar e a ampliação do universo cultural nos mais diversos públicos. A programação conta com palestra, leitura da obra e oficina de escultura em sabão.

Nesta 120º edição a peça escolhida foi o Monte Huaguo, uma belíssima peça em marfim, localizada na pinacoteca do IRB. A obra reproduz uma atração turística popular na cidade de Lianyungang, na China

A partir das 14h 30, acontece a palestra da Cônsul-Geral da China em Recife, Yan Yuqing, com a tradução de Zhengqin Liu, onde será abordada a cultura milenar chinesa. Às 15h30, haverá a explicação da obra, in loco, pelo educador Joacy Ferreira. De 14h às 16h, acontece a oficina de escultura de sabão intitulada Jornada ao zodíaco chinês, ministrada pelo oficineiro Luan Santana. Na atividade, os participantes irão esculpir no sabão o símbolo do horóscopo chinês referente ao seu ano de nascimento. Para participar da oficina é necessário fazer a inscrição pelo e-mail:agendamento@institutoricardobrennand.org.br.

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Foto: Bruno Campos

Promovendo um verdadeiro desfile de tradições e celebrações de matriz africana, a Terça Negra está sendo realizada em quatro edições neste mês de novembro. A programação intensificada visa celebrar o Mês da Consciência Negra.

Amanhã (13), o Pátio de São Pedro receberá roda de capoeira, o Coletivo Hip Hop Camaragibe, o Mestre Zé Negão – Percussionista e educador de Camaragibe que mantém vivo o coco de senzala, e Encantaria.

No dia 20, Dia na Consciência Negra, a programação será caprichada. De manhã, a partir das 9h, o Pátio de São Pedro recebe a Feira Afroempreendedora, além de serviços de saúde, como distribuição de preservativos, aferição de pressão e glicemia, vacinação, teste rápido de sífilis, hepatite e HIV, Reiki e auriculoterapia. Às 9h e às 10h, vai ter oficina de dança afro e de contação de história. Das 11h20 às 12h e das 14h às 15h, o microfone estará aberto para o público presente. Às 15h, uma roda de diálogo sobre o papel do hip hop no fortalecimento da identidade da população negra reunirá Zé Brown e Jouse Barata.

Na Casa do Carnaval, às 14h30, será ministrada a oficina Juventude Participa. Mais cedo, às 14h, haverá exibição de filmes no Memorial Chico Science. E, às 15h, no Núcleo Afro, serão ministradas oficinas sobre cuidados com cabelos cacheados e crespos e de maquiagem para peles negras. A tarde termina com a apresentação do Maracatu Linda Flor, às 17h, e do espetáculo Tereza – Uma Luz Chamada Resistência, dos jovens do Compaz, a partir das 18h.

Às 19h, começa a Terça Negra propriamente dita, que abrirá, como de costume, com capoeira. Depois, subirão ao palco as bandas Tambor Falante, Lamento Negro e Lucas & Orquestra dos Prazeres. A celebração à cultura afro-brasileira só acaba na Terça Negra do dia 27, com capoeira e outros grandes shows de Massapê, Faces do Subúrbio e Marlevou.

A festa a céu aberto, naquele importante cenário da história e da cultura pernambucana, é gratuita e aberta ao público.

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©AndrŽ Conti/2014 Tom ZŽ

Foto: Andre Conti

Depois do MIMO Paraty, em setembro, que reuniu 17 mil pessoas, a organização do MIMO Festival, o maior evento de música gratuita do país, decidiu concentrar a programação de comemoração de seus 15 anos em Olinda, onde o festival começou. A cidade histórica receberá nos dias 23, 24 e 25 de novembro 46 atividades, entre shows, concertos, filmes e programa educativo, numa grande festa pela trajetória vitoriosa do festival, que até hoje reuniu 1,5 milhão de pessoas em 48 edições.

No palco principal, na Praça do Carmo, haverá shows de artistas nacionais e internacionais. Na sexta-feira, 23, apresentam-se os músicos portugueses do Dead Combo e, em seguida, o tropicalismo dilacerante de Tom Zé.

No sábado, 24, a noite começa com o hip hop do grupo palestino 47Soul e segue com o rapper brasileiro Emicida, comemorando seus 10 anos de carreira.

O domingo, 25, foi reservado para a música de Pernambuco e começa com  a diva Lia de Itamaracá abrindo a noite com as suas cirandas. Para encerrar, foi escalada a Banda Eddie.

No mesmo Centro Histórico, a Igreja da Sé será palco de concertos da música instrumental, com apresentações de dois patrimônios afetivos do MIMO Olinda: Hermeto Pascoal se apresenta na primeira noite, 23, e Egberto Gismonti, que faz concerto no sábado, 24, ao lado de seu quarteto.

Vencedor do Prêmio MIMO Instrumental 2018, o paulista virtuose da viola caipira Bruno Sanches se apresenta dia 24, na Igreja do Carmo. Dia 25, na Igreja do Carmo, a cantora gaúcha Grazie Wirtti e o pianista e arranjador Leandro Braga trazem o show “Canções Praieiras de Dorival Caymmi”.

FESTIVAL MIMO DE CINEMA

Paralelamente aos concertos, o Festival MIMO de Cinema vai apresentar uma seleção de 19 filmes, todos inéditos em circuito comercial. O festival de Cinema será realizado, pela primeira vez, no Teatro Fernando Santa Cruz, no Mercado Eufrásio Barbosa, e manterá as exibições no pátio da Igreja da Sé.

Uma das expectativas dessa edição é o filme convidado Betty, they say I’m different, longa-metragem de Phil Cox sobre a rainha do funk Betty Davis. O filme será exibido pela primeira vez no Brasil, em sessão para convidados no dia 22 de novembro e aberto ao público no dia 23, com a presença do diretor britânico.

Entre os principais destaques nacionais do ano estão os filmes Mussum, um filme do Cacilds, de Susanna Lira; Com a palavra, Arnaldo Antunes, de Marcelo Machado; O samba é meu dom, Wilson das Neves, de Cristiano Abud; e Você Não Sabe Quem Eu Sou, de Alexandre Petillo, Rodrigo Grillo e Rogério Correia, sobre o vocalista do Ira!, Nasi.

Destaque ainda para Som, Sol & Surf Saquarema, longa-metragem de Hélio Pitanga sobre o festival de rock realizado pelo produtor e jornalista Nelson Motta, em 1976. Do sul ao norte, primeiro longa-metragem de Isabela Faria Trigo, é outra aposta do Festival MIMO de Cinema. O filme acompanha um grupo de músicos franceses e brasileiros que saem da Bahia em uma Kombi lotada, com o sonho de atravessar a América do Sul.

Estão programados também três filmes pernambucanos, que contarão com a presença dos seus diretores: o longa-metragem Pesado, que som é esse que vem de Pernambuco?, de Leo Crivellare, e os curtas Bup, de Dandara de Morais, e Quanto mais longe vou, mais perto fico, de Daniel Ortega.

FÓRUM DE IDEIAS, PROGRAMA EDUCATIVO E CHUVA DE POESIA

No Fórum de Ideias, uma reunião de artistas com muito a dizer para o público. Tom Zé, Egberto Gismonti e Emicida são os convidados da música. Além deles, o cineasta britânico Phil Cox, diretor do filme Betty, they say I’m different, apresenta sua trajetória de criação do seu mais recente filme.

No Programa Educativo, a presença de Hermeto Pascoal em uma aula-show onde os participantes poderão atuar com perguntas sobre sua música e obra. Os grupos internacionais 47Soul (Palestina) e Dead Combo (Portugal) oferecem aulas que abordando processos criativos e tradições culturais das regiões de onde vêm. O DJ e VJ Montano, residente do MIMO desde 2015, ministrará workshop de Criação de Vídeo Cenário. As inscrições, que devem ser feitas via o site mimofestival.com, até 15 de novembro de 2018.

A tradicional Chuva de Poesia vai homenagear Hilda Hilst. Trechos de sua obra cairão “do céu”, na Igreja do Carmo, promovendo o encontro do público com gotas de literatura que retratam nossa vulnerável condição humana.

POR MARISTELA BELTRÃO

A Revista Club foi a primeira revista social de Recife, lançada em 1999. Em 2008, seguindo a tendência global, a Revista Club impressa foi transformada em virtual, que volta a circular depois de uma breve parada, sempre com Maristela Beltrão no comando.

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